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BioVeg/2013-2014/1-semestre
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Sumários
Biologia Vegetal (1 º Sem 2013/2014)Sumários20/12/2013 09:00 Aula Laboratorial Avaliação de trabalhosApresentação e discussão de trabalhos científicos
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17/01/2014 16:32
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não foram contabilizadas.
18/12/2013 09:00 Aula Laboratorial Avaliação de trabalhosApresentação e discussão de trabalhos científicos
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17/01/2014 16:31
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não foram contabilizadas.
16/12/2013 08:15 Aula Teórica Avaliação intercalar de conhecimentosAvaliação intercalar de conhecimentos
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17/01/2014 16:30
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13/12/2013 09:00 Aula Laboratorial Embriogénese e meristemas apicaisAtividade do meristemas apicais e formação de novos meristemas repensáveis pela ramificação das estruturas. Coordenação entre os genes SHORTROOT e SCARECROW como exemplo do estabelecimento da diferenciação radial de tecidos. Identificação das estruturas presentes na semente madura e relação com o processo de embriogénese.
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17/01/2014 16:57
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não foram contabilizadas.
11/12/2013 09:00 Aula Laboratorial Embriogénese e meristemas apicaisAtividade do meristemas apicais e formação de novos meristemas repensáveis pela ramificação das estruturas. Coordenação entre os genes SHORTROOT e SCARECROW como exemplo do estabelecimento da diferenciação radial de tecidos. Identificação das estruturas presentes na semente madura e relação com o processo de embriogénese.
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17/01/2014 16:56
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09/12/2013 08:15 Aula Teórica Embriogénese e meristemas apicaisDesenvolvimento embrionário em plantas tendo como exemplo Arabidopsis thaliana. Importância dos planos iniciais de divisão para o estabelecimento dos planos axial e radial de desenvolvimento da planta. Caracterização anatómica das fases globular, coração e torpedo. Estabelecimento, manutenção organização dos meristemas apicais. Importância dos genes WUSCHEL e CLAVATA 3 na atividade do meristema apical caulinar e sinalização da auxina na determinação do meristema apical radicular.
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17/01/2014 16:54
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06/12/2013 09:00 Aula Laboratorial Quebra de dormência e germinação de sementesTeste de diferentes métodos da quebra de dormência de sementes.
Observação do desenvolvimento de plântulas de mono- e dicotiledóneas.
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18/01/2014 09:19
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não foram contabilizadas.
04/12/2013 09:00 Aula Laboratorial Quebra de dormência e germinação de sementesTeste de diferentes métodos da quebra de dormência de sementes.
Observação do desenvolvimento de plântulas de mono- e dicotiledóneas.
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18/01/2014 09:18
Presenças:
não foram contabilizadas.
02/12/2013 08:15 Aula Teórica Semente e germinação1 – Estrutura de sementes endospérmicas, não endospérmicas e indiferenciadas. 2 – Bancos de sementes: transitórios e persistentes. 3 – Dormência da semente: primária e secundária. 4 – Tipos de dormência: fisiológica, morfológica, morfofisiológica, física, e combinada. 5– Quebra da dormência e germinação.
6- Interacções hormonais durante a regulação da dormência e inicio de germinação em sementes endospérmicas (Nicotiana spp.) e não endospérmicas (Pisum spp.).
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18/01/2014 09:17
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29/11/2013 09:00 Aula Laboratorial Compensação de horário
Compensação de horário devido à Visita de estudo a 26/11, às dunas de Peniche e Serra de Montejunto
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02/03/2017 18:03
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não foram contabilizadas.
27/11/2013 09:00 Aula Laboratorial Compensação de horário
Compensação de horário devido à Visita de estudo a 26/11, às dunas de Peniche e Serra de Montejunto
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02/03/2017 18:02
Presenças:
não foram contabilizadas.
25/11/2013 08:15 Aula Teórica Visita de estudoVisita de estudo a 26/11, às dunas de Peniche e Serra de Montejunto
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02/03/2017 18:00
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34 alunos.
22/11/2013 09:00 Aula Laboratorial Alongamento da Parede Celular
ESTUDO DO ALONGAMENTO DA PAREDE CELULAR (“CRESCIMENTO ÁCIDO”). Uso do texturómetro para quantificação da extensibilidade da parede celular primária
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17/01/2014 19:52
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20/11/2013 09:00 Aula Laboratorial ESTUDO DO ALONGAMENTO DA PAREDE CELULAR (“CRESCIMENTO ÁCIDO”)
ESTUDO DO ALONGAMENTO DA PAREDE CELULAR (“CRESCIMENTO ÁCIDO”). Uso do texturómetro para quantificação da extensibilidade da parede celular primária
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20/01/2014 15:40
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18/11/2013 08:15 Aula Teórica Hormonas Vegetais no desenvolvimento das plantas.
Hormonas Vegetais no desenvolvimento das plantas. Principais grupos de hormonas vegetais: auxinas, giberelinas, citocininas ácido abscísico e etileno. Tipo de compostos, experiências pioneiras, modo de acção, e principais efeitos fisiológicos. Alguns casos de estudo.
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09/01/2014 12:47
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não foram contabilizadas.
15/11/2013 09:00 Aula Laboratorial Determinação de polimorfismos florais associados a sistemas de autoincompatibilidade esporofíticaHeterostilia (Oxalis spp.) e dimorfismos polínico-estigmáticos (Limonium spp.)
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18/01/2014 09:14
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não foram contabilizadas.
13/11/2013 09:00 Aula Laboratorial Determinação de polimorfismos florais associados a sistemas de autoincompatibilidade esporofíticaHeterostilia (Oxalis spp.) e dimorfismos polínico-estigmáticos (Limonium spp.)
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18/01/2014 09:11
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não foram contabilizadas.
11/11/2013 08:15 Aula Teórica Sistemas génicos de auto-incompatibilidadeOrganização e origem das camadas funcionais do grão de pólen maduro. Diversidade estrutural e funcional dos grãos de pólen e dos estigmas. Etapas imprescindíveis para o desenvolvimento dos grãos de pólen: aderência, hidratação e germinação. Crescimento do tubo polínico e etapas de orientação até ao óvulo. Constituição dos loci S e diversidade de haplotipos Sistema de auto-incompatibilidade esporofitica (SSI): determinantes feminino (SRK -receptor kinase e SLG - S-locus glycoprotein)e masculino (SCR - S-cystein rich); alelos co-dominantes e recessivos Sistemas de auto-incompatibilidade gametofitica (GSI): sistema da S-RNase como determinante feminino e de SLF (S-locus F-box) como determinante masculino. Modelos de actuação da S- RNase no tubo polinico e sua compartimentação no vacúolo. Sistema GSI nas Papaveraceae: proteínas S ligantes como determinante feminino e potencial receptor como determinante masculino.
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02/01/2014 17:02
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não foram contabilizadas.
08/11/2013 09:00 Aula Laboratorial Poliembrionia nucelar em Citrus spp.Observação de embriões nucelares.
Determinação da taxa de poliembrionia em tangerina e limão.
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18/01/2014 09:08
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não foram contabilizadas.
06/11/2013 09:00 Aula Laboratorial Poliembrionia nucelar em Citrus spp.
Observação de embriões nucelares. Determinação da taxa de poliembrionia em tangerina e limão.
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18/01/2014 09:07
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não foram contabilizadas.
04/11/2013 08:15 Aula Teórica Apomixia e Evoluação de Plantas1 1 - Apomixia versus anfimixia. 2 2 – Ocorrência da apomixia nas Angiospérmicas. 3 3 - Tipos de apomixia: 3.1 - Gametofítica: apomeiose; partenogénese; endosperma autónomo ou pseudogâmico. 3.2 - Esporofitica: embriogénese adventícia 4 Métodos para a identificação de apomícticos: 4.1 - Análise de descendência 4.2 - Citometria de fluxo 4.3 - Citoembriologia 4.4 - Exclusão do polén 5 - Evolução em Complexos agâmicos. 5.1 - Caso de estudo 1: Hibridação no complexo Boechera holboelli
5.2 – Caso de estudo 2: Evolução reticulada mo complexo Ranunculus auricomus
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18/01/2014 09:06
Presenças:
não foram contabilizadas.
01/11/2013 09:00 Aula Laboratorial Acção da cinetina sobre a senescência de discos de agrião
Acção da cinetina sobre a senescência de discos de agrião (Nasturtium officinale L.) Na primeira parte da aula preparou-se o ensaio biológico. Foram cortados discos de folhas de agrião e incubados em diferentes concentrações de cinetina. Na segunda parte da aula foi estudado o efeito fisiológico produzido após incubação prévia do tecido vegetal nas soluções de cinetina. Fez-se a extração da clorofila de discos de folhas incubados com cinetina e comparou-se os resultados com discos incubados em água destilada (controlo).
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09/01/2014 13:21
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não foram contabilizadas.
30/10/2013 09:00 Aula Laboratorial Acção da cinetina sobre a senescência de discos de agrião
Acção da cinetina sobre a senescência de discos de agrião (Nasturtium officinale L.) Na primeira parte da aula preparou-se o ensaio biológico. Foram cortados discos de folhas de agrião e incubados em diferentes concentrações de cinetina. Na segunda parte da aula foi estudado o efeito fisiológico produzido após incubação prévia do tecido vegetal nas soluções de cinetina. Fez-se a extração da clorofila de discos de folhas incubados com cinetina e comparou-se os resultados com discos incubados em água destilada (controlo).
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09/01/2014 13:21
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não foram contabilizadas.
28/10/2013 08:15 Aula Teórica Avaliação de conhecimentosAvaliação intercalar de conhecimentos
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17/01/2014 16:37
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25/10/2013 09:00 Aula Laboratorial Poliploidia e Evolução das plantasAula Prática: Métodos de indução e verificação de poliploidização.
Identificação de espécies de Triticeae com diferentes níveis de ploidia através da medição de estomas.
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07/01/2014 13:43
Presenças:
não foram contabilizadas.
23/10/2013 09:00 Aula Laboratorial Poliploidia e Evolução das plantasAula Prática: Métodos de indução e verificação de poliploidização.
Identificação de espécies de Triticeae com diferentes níveis de ploidia através da medição de estomas.
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07/01/2014 13:43
Presenças:
não foram contabilizadas.
21/10/2013 08:15 Aula Teórica Poliploidia e Evolução das plantasAula Teórica: Formas de especiação, especiação das plantas por hibridação e poliploidização (especiação simpátrica). Tipos de poliplóides: autopoliplóides e alopoliplóides. Conceitos e origem. Distribuição de poliplóides nos eucariotas, exemplos. Porque são os poliplóides menos comuns nos animais? Paleopoliploidia. Poliploidização única e recorrente, exemplos. Poliploidização e evolução genómica. Vantagens e desvantagens da poliploidização. Papel da poliploidização no estabelecimento de plantas evasivas. Poliploidização e a evolução das interacções planta/animal. Plantas cultivadas poliplóides. Exemplos de evolução natural e artificial por alopoliploidização. Remodelação genómica e epigenómica induzida pela poliploidização.
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07/01/2014 13:42
Presenças:
não foram contabilizadas.
18/10/2013 09:00 Aula Laboratorial Determinação do sistema de reprodução através do método de CrudenObservação de polén e óvulos de 4 espécies de angiospérmicas. Cálculos: Produção de polén por antera, pordução de polén por flôr Produção de óvulos por flôr Quociente polén-óvulo (P/O)
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18/01/2014 09:03
Presenças:
não foram contabilizadas.
16/10/2013 09:00 Aula Laboratorial Determinação do sistema de reprodução através do método de CrudenObservação de polén e óvulos de 4 espécies de angiospérmicas. Cálculos: Produção de polén por antera, pordução de polén por flôr Produção de óvulos por flôr Quociente polén-óvulo (P/O)
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18/01/2014 09:02
Presenças:
20 alunos.
14/10/2013 08:15 Aula Teórica Ecologia reprodutiva das plantas1. Estratégias Gerais de Reprodução 1.1. Reprodução sexual e reprodução vegetativa. 1.2. Autopolinização versus fecundação cruzada: vantagens e desvantagens. 1.3. Testes de exclusão de polén e determinação do sistema de cruzamento. 2. Polimorfismos florais que determinam sistemas de cruzamento 2.1. Dioicia e monoicia 2.2. Dicogamia 2.3. Hercogamia: heterostilia, enantiostilia, hercogamia de movimento, dimorfismo estigmático altitudinal. 2.4. Auto-incompatibilidade esporofítica. 3. Estratégias de polinização 3.1. Anemofilia, hidrofilia, entomofilia, ornitofilia, quiropterofilia e pseudocopulação. 4. Estratégias gerais de dispersão de frutos e sementes 4.1. Parâmetros usados para medir o sucesso reprodutivo. 4.2. Dispersão de frutos e sementes através de agentes abióticos e bióticos. 5. Reprodução vegetativa 5.1 Produção de bolbos, rizomas, estolhos e tubérculos.
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18/01/2014 08:54
Presenças:
20 alunos.
11/10/2013 09:00 Aula Laboratorial Polén e óvulos nas gimnospérmicas e angiospérmicas1. Visita na Tapada da Ajuda para observação e colheita de cones masculinos e femininos de gimnospérmicas. 1.1. Observação de polén e escamas ovulíferas de ciprestes, cedros e pinheiros. 1.2. Realização de cortes histológicos de anteras e ovários de Lilium e observação de polén e óvulos em preparações extemporâneas.
1.3. Observação de polén e óvulos em diferentes estágios de desenvolvimento em preparações definitivas.
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18/01/2014 08:53
Presenças:
20 alunos.
09/10/2013 09:00 Aula Laboratorial Polén e óvulos nas gimnospérmicas e angiospérmicas1. Visita na Tapada da Ajuda para observação e colheita de cones masculinos e femininos de gimnospérmicas. 1.1. Observação de polén e escamas ovulíferas de ciprestes, cedros e pinheiros. 1.2. Realização de cortes histológicos de anteras e ovários de Lilium e observação de polén e óvulos em preparações extemporâneas. 1.3. Observação de polén e óvulos em diferentes estágios de desenvolvimento em preparações definitivas.
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18/01/2014 08:53
Presenças:
20 alunos.
07/10/2013 08:15 Aula Teórica Evolução das estruturas florais1 - Os Ciclos de Vida das Plantas 1.1. Alternância de gerações esporofítica e gametofítica nos briófitos, fetos gimnospérmicas e angiospérmicas. 2. Desenvolvimento reprodutivo nas gimnospérmicas 2.1. Esporogénese e gametogénese. 2.2. Formação dos gametófitos masculino e feminino. 2.3. Fertilização. 3. Desenvolvimento reprodutivo nas angiospérmicas 3.1. Microsporogénese e microgametogénese. Formação do tubo polínico. 3.2. Megasporogénese e megagametogénese. Formação do saco embrionário. 3.3. Tipos de desenvolvimento do saco embrionário: monospóricos (Polygonum), bispóricos (Allium) e tetraspóricos (Fritillaria). 3.4. Formação do saco embrionário em angiospérmicas basais. 3.5. Dupla fertilização.
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18/01/2014 08:52
Presenças:
20 alunos.
04/10/2013 09:00 Aula Laboratorial Comunidades e paisagem vegetalFontes de informação hodiernas mais importantes para o estudo da vegetação e da paisagem vegetal. Modelação da distribuição de espécies e comunidades vegetais usando variáveis ambientais, tendo em conta cenários de alterações climáticas.
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17/01/2014 19:22
Presenças:
não foram contabilizadas.
02/10/2013 09:00 Aula Laboratorial Comunidades e paisagem vegetalFontes de informação hodiernas mais importantes para o estudo da vegetação e da paisagem vegetal. Modelação da distribuição de espécies e comunidades vegetais usando variáveis ambientais, tendo em conta cenários de alterações climáticas.
Modificado em
17/01/2014 19:20
Presenças:
não foram contabilizadas.
30/09/2013 08:15 Aula Teórica Comunidades e paisagem vegetal
1) Conceitos-base para o estudo e classificação das comunidades e da paisagem vegetal. 2) Factores que determinam a distribuição das plantas e das comunidades vegetais: clima, rocha-mãe/solo, morfologia e água do solo, interacções bióticas, tempo e regime de perturbação, paleobiogeografia. 3) Síntese: Níveis de estudo da Geobotânica (aspectos temporais e espaciais). 4) Importância da Geobotânica na compreensão e gestão do território, em especial em meio rural ou em meios naturais (o caso da Rede Natura 2000). 5) Linhas de investigação recentes e últimos avanços na ciência da vegetação.
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17/01/2014 19:18
Presenças:
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27/09/2013 09:00 Aula Laboratorial A valoração da flora e da vegetação
Identificação dos habitats existentes em cada local visitado na aula anterior. Inserção das comunidades observadas na visita de estudo, nos Habitats da Directiva 92/43/CEE:
9 Florestas 9240 Carvalhais ibéricos de Quercus faginea e Quercus canariensis 9330 Florestas de Quercus suber 1 Habitats costeiros e vegetação halófila 1240 Falésias com vegetação das costas mediterrânicas com Limonium spp. endémicas 1430 Matos halonitrófilos ( Pegano - Salsoletea )
A valoração da flora e da vegetação segundo o critério do ICNB. Determinação do local com maior valor para conservação, entre os visitados.
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29/09/2013 23:37
Presenças:
não foram contabilizadas.
25/09/2013 09:00 Aula Laboratorial A valoração da flora e da vegetação
Identificação dos habitats existentes em cada local visitado na aula anterior. Inserção das comunidades observadas na visita de estudo, nos Habitats da Directiva 92/43/CEE:
9 Florestas 9240 Carvalhais ibéricos de Quercus faginea e Quercus canariensis 9330 Florestas de Quercus suber 1 Habitats costeiros e vegetação halófila 1240 Falésias com vegetação das costas mediterrânicas com Limonium spp. endémicas 1430 Matos halonitrófilos ( Pegano - Salsoletea )
A valoração da flora e da vegetação segundo o critério do ICNB. Determinação do local com maior valor para conservação, entre os visitados.
Modificado em
25/09/2013 22:02
Presenças:
7 alunos.
23/09/2013 08:15 Aula Teórica Habitats do Centro de PortugalMiniteste. Principais habitats do Centro de Portugal e sua relação com o observado na visita de estudo: A Convenção do Rio e a implementação da Directiva Habitats na Comunidade Europeia. A Rede Natura 2000.
Bibliografia:
AGUIAR, C., CAPELO, J., COSTA, J.C., ESPÍRITO SANTO, M.D., HONRADO, J., LOUSÃ, M., NETO, C. & PINTO GOMES, C. (ALFA) 2004. Tipos de Habitats Naturais e Semi-Naturais do Anexo I da Directiva 92/43/CEE (Portugal Continental): Fichas de Caracterização Ecológica e de Gestão para o Plano Sectorial da Rede Natura 2000. Relatório. Lisboa. http://www.icn.pt/psrn2000/caract_habitat.htm
Alves J., Espírito-Santo M.D., Costa J.C., Capelo J. & Lousã M. (2009) – Habitats naturais e seminaturais de Portugal continental. Tipos de Habitats mais significativos e agrupamentos vegetais característicos. Assírio & Alvim, ICNB (2ª Edição). Lisboa.
Valoração da flora e dos habitats, p. ex. em: http://www.icn.pt/portal/portal/cpublica/PO_RNES/fase_1/texto/63081_F1_Parte%20II_06b.pdf
Modificado em
25/09/2013 22:19
Presenças:
26 alunos.
20/09/2013 09:00 Aula Laboratorial Visita de estudoPrincipais formações vegetais e espécies bioindicadoras na Serra de Montejunto e no litoral entre o Cabo Carvoeiro e o Baleal.
Preenchimento de fichas de inventário florístico e fitoecológico relativas às paragens .
Modificado em
25/09/2013 21:58
Presenças:
15 alunos.
18/09/2013 09:00 Aula Laboratorial Visita de estudoPrincipais formações vegetais e espécies bioindicadoras na Serra de Montejunto e no litoral entre o Cabo Carvoeiro e o Baleal.
Preenchimento de fichas de inventário florístico e fitoecológico relativas às paragens .
Modificado em
25/09/2013 21:59
Presenças:
6 alunos.
16/09/2013 08:15 Aula Teórica Apresentação da Disciplina. Conceitos básicos de FitossociologiaApresentação do conteúdo, métodos de ensino e avaliação da disciplina. Conceitos Básicos de Fitosociologia: Definição e metodologia da Fitossociologia - A Fase Analítica (Inventário fitossociológico, Área mínima, Estratificação) e a Fase Sintética (Associação, Espécies características, diferenciais e companheiras). O Sistema Fitossociológico. Exemplos de Classes de Vegetação frequentes na Natureza: Quercetea ilicis, Querco-Fagetea, Salicetea purpureae-Populetea nigrae, Nerio-Tamaricetea, Cytisetea scopario-striati, Rosmarinetea officinalis, Cisto-Lavanduletea, Calluno-Ulicetea.
Modificado em
18/09/2013 22:02
Presenças:
24 alunos.
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