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SNVeg/2013-2014/1-semestre
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Sumários
Solos e Nutrição Vegetal (1 º Sem 2013/2014)Sumários20/12/2013 09:45 Aula Teórico-Práticas Ensaio em vasos. ProblemasObservação dos resultados obtidos no ensaio em vasos. Realização de problemas sobre toda a matéria leccionada e esclarecimento de dúvidas
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03/01/2014 13:31
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18/12/2013 11:15 Aula Teórica AvaliaçãoRealização do segundo teste da UC. Realização do inquérito aos alunos
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03/01/2014 13:35
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17/12/2013 14:00 Aula Teórico-Práticas Ensaio em vasos. ProblemasObservação dos resultados obtidos no ensaio em vasos. Realização de problemas sobre toda a matéria leccionada e esclarecimento de dúvidas
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03/01/2014 13:28
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16/12/2013 14:30 Aula Teórico-Práticas Ensaio em vasos. ProblemasObservação dos resultados obtidos no ensaio em vasos. Realização de problemas sobre toda a matéria leccionada e esclarecimento de dúvidas
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03/01/2014 13:28
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13/12/2013 09:45 Aula Teórico-Práticas Recomendações de fertilizaçãoRecomendações de fertilização. Como se aplicam fertilizantes. Colheita de amostras de terra. Premissas da fertilização: princípio da suficiência e premissa do enriquecimento do solo e manutenção. Ajustamento da taxa de azoto a aplicar. Adubos disponíveis no mercado. Exemplos pra algumas culturas.
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03/01/2014 13:30
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11/12/2013 11:15 Aula Teórica Restantes macronutrintes. MicronutrientesFormas, funções e sintomas de deficiência do potássio, magnésio, cálcio e enxofre. Micronutrintes catiões e aniões.
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02/01/2014 11:23
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10/12/2013 14:00 Aula Teórico-Práticas Recomendações de fertilizaçãoRecomendações de fertilização. Como se aplicam fertilizantes. Colheita de amostras de terra. Premissas da fertilização: princípio da suficiência e premissa do enriquecimento do solo e manutenção. Ajustamento da taxa de azoto a aplicar. Adubos disponíveis no mercado. Exemplos pra algumas culturas.
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03/01/2014 13:28
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09/12/2013 14:30 Aula Teórico-Práticas Recomendações de fertilizaçãoRecomendações de fertilização. Como se aplicam fertilizantes. Colheita de amostras de terra. Premissas da fertilização: princípio da suficiência e premissa do enriquecimento do solo e manutenção. Ajustamento da taxa de azoto a aplicar. Adubos disponíveis no mercado. Exemplos pra algumas culturas.
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03/01/2014 13:26
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06/12/2013 09:45 Aula Teórico-Práticas P e K extraíveisDeterminação do P e K extraível a partir de dois solos (Pegões e Castelo Branco) utilizando o método de Egner-Riehm. Introdução teórica. Preparação das rectas de calibração para P e K. Doseamento dos nnutrientes. Classificação das terras.
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03/01/2014 13:33
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04/12/2013 11:15 Aula Teórica Azoto (conclusão). FósforoAzoto (continução). Deficiência de azoto. teores normais e sintomas da deficiência. Consequências de um excesso de azoto na planta. Fósforo. Formas absorvidas pelas plantas. Funções na planta. Fósforo de reserva. Formas do fósforo no solo. Destinos do ião fosfato. Causas das baixas disponibilidades do fósforo. Retenção do fósforo por adsorção e precipitação. Ciclo do fósforo. Métodos para aumentar a disponibilidade do fósforo. Deficiência de fósforo.
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04/12/2013 14:06
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03/12/2013 14:00 Aula Teórico-Práticas P e K extraíveisDeterminação do P e K extraível a partir de dois solos (Pegões e Castelo Branco) utilizando o método de Egner-Riehm. Introdução teórica. Preparação das rectas de calibração para P e K. Doseamento dos nnutrientes. Classificação das terras.
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03/01/2014 13:32
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02/12/2013 14:30 Aula Teórico-Práticas P e K extraíveisDeterminação do P e K extraível a partir de dois solos (Pegões e Castelo Branco) utilizando o método de Egner-Riehm. Introdução te´rica. Preparação das rectas de calibração para P e K. Doseamento dos nnutrientes. Classificação das terras.
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04/12/2013 14:00
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29/11/2013 09:45 Aula Teórico-Práticas Problemas sobre transporte e absorção. Elementos benéficosProblemas: cálculo da quantidade de nutrientes que chegam às raízes das plantas por fluxo em massa ou difusão. Absorção activa ou passiva de nutrientes. Utilização da equação de Nernst. Elementos benéficos: sódio, silício e cobalto.
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04/12/2013 13:58
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27/11/2013 11:15 Aula Teórica AzotoImportância do azoto. Amonificação. Destinos de ião amónio. Volatilização do amoníaco. Nitrificação. Destinos do ião nitrato. Desnitrificação. Balanço do azoto. Fixação biológica do N2 atmosférico. Formas absorvidas pelas plantas. Assimilação do azoto nítrico.Local de redução do ião nitrato. Azoto amoniacal versus nítrico.
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27/11/2013 13:53
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26/11/2013 14:00 Aula Teórico-Práticas Problemas sobre movimento e absorção. Elementos benéficos.Problemas: cálculo da quantidade de nutrients que chegam às raízes das plantas por fluxo em massa ou difusão. Absorção activa ou passiva de nutrientes. Utilização da equação de Nernst. Elementos benéficos: sódio, silício e cobalto.
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27/11/2013 13:49
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25/11/2013 14:30 Aula Teórico-Práticas Problemas sobre movimento e absorção. Elementos benéficos.Problemas: cálculo da quantidade de nutrients que chegam às raízes das plantas por fluxo em massa ou difusão. Absorção activa ou passiva de nutrientes. Utilização da equação de Nernst. Elementos benéficos: sódio, silício e cobalto.
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27/11/2013 13:49
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22/11/2013 09:45 Aula Teórico-Práticas Problemas sobre fertilizantes e correctivos. Ciclagem de nutrientesProblemas sobre fertilizantes e correctivos. Conversões entre P2O5 e P e K2O e K. Equivalente de acidez. Valor neutralizante dum correctivo. Ciclagem de nutrientes. Organismos dos solos. Mineralização e imobilização. Mineralização líquida. Taxa de mineralização - composição química e vários exemplos de resíduos orgânicos. Evolução do azoto mineral no solo.
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27/11/2013 13:47
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20/11/2013 11:15 Aula Teórica Absorção e transporte de nutrientes na plantaCaracterísticas e crescimento das raízes. Paredes celulares - capacidade de troca catiónica. Simplasto e apoplasto. Membranas celulares. Sistemas de transporte: activos e passivos, transporte activo primário e secundário. Uniporte e co-transporte: simporte e antiporte. Bombas, canais e transportadores. Carregamento no xilema. Pressão da raíz. Carregamento e mobilidade no floema. Remobilização de nutrientes.
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20/11/2013 14:54
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19/11/2013 14:00 Aula Teórico-Práticas Problemas sobre fertilizantes e correctivos. Ciclagem de nutrientesProblemas sobre fertilizantes e correctivos. Conversões entre P2O5 e P e K2O e K. equivalente de acidez. Valor neutralizante dum correctivo. Ciclagem de nutrienres. Organismos dos solos. Mineralização e imobilização. Mineralização líquida. Taxa de mineralização - composição química e vários exemplos de resíduos orgânicos. Evolução do azoto mineral no solo.
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20/11/2013 14:51
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18/11/2013 14:30 Aula Teórico-Práticas Problemas sobre fertilizantes e correctivos. Ciclagem de nutrientesProblemas sobre fertilizantes e correctivos. Conversões entre P2O5 e P e K2O e K. equivalente de acidez. Valor neutralizante dum correctivo. Ciclagem de nutrienres. Organismos dos solos. Mineralização e imobilização. Mineralização líquida. Taxa de mineralização - composição química e vários exemplos de resíduos orgânicos. Evolução do azoto mineral no solo.
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20/11/2013 14:51
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15/11/2013 09:45 Aula Teórico-Práticas Análise de plantas. AzotoFinalidades da análise de plantas. Colheita e amostragem do material. Unidade de amostragem. Acondicionamento do material. Preparação do material: lavagem, secagem e moenda. Destruição da matéria orgânica: via seca e via húmida. Determinação da concentração de azoto pelo método de Kjeldahl: mineralização da amostra, destilação e titulação. Cálculos.
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20/11/2013 14:47
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13/11/2013 11:15 Aula Teórica Fertilizantes e correctivosFertilizantes orgânicos e minerais. Estrumes e chorumes. Biosólidos. Compostos. Adubos elementares, compostos e especiais. Unidades fertilizantes. Reacção fisiológica. Correctivos. Calagem e valor neutralizante. Correctivos acidificantes.
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15/11/2013 11:58
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12/11/2013 14:00 Aula Teórico-Práticas Análise de plantas. Azoto.Finalidades da análise de plantas. Colheita e amostragem do material. Unidade de amostragem. Acondicionamento do material. Preparação do material: lavagem, secagem e moenda. Destruição da matéria orgânica: via seca e via húmida. Determinação da concentração de azoto pelo método de Kjeldahl: mineralização da amostra, destilação e titulação. Cálculos.
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15/11/2013 12:02
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11/11/2013 14:30 Aula Teórico-Práticas Análise de plantas. Azoto.Finalidades da análise de plantas. Colheita e amostragem do material. Unidade de amostragem. Acondicionamento do material. Preparação do material: lavagem, secagem e moenda. Destruição da matéria orgânica: via seca e via húmida. Determinação da concentração de azoto pelo método de Kjeldahl: mineralização da amostra, destilação e titulação. Cálculos.
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15/11/2013 12:02
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08/11/2013 09:45 Aula Teórico-Práticas Nutrientes. Movimento no solo. Ensaio em vasosNutrientes vegetais. Critérios de Arnon e Stout. Elementos benéficos. Elementos tóxicos. Movimento dos nutrientes na solução do solo: difusão e fluxo de massa. Ensaio em vasos - finalização da montagem do ensaio em vasos com milho e três modalidades, fertilização N-P-K-Mg; a mesma mas sem N; a primeira mas sem P.
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08/11/2013 12:54
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06/11/2013 11:15 Aula Teórica Nutrientes e o crescimento vegetal. Análise de plantas.Relação entre fornecimento de nutrientes e crescimento ou produção vegetal. Lei do Mínimo. Lei dos Acréscimos de Rendimento Decrescentes. Curvas de resposta ao fornecimento de nutrientes. Análise de plantas. Relação entre concentração dos nutrientes nas plantas e crescimento. Deficiência, deficiência latente, gama adequada, consumo de luxo e toxicidade. Interpretação do resultado das análises de plantas: limiares críticos de deficiência e toxicidade, gamas de concentrações adequadas.
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06/11/2013 13:53
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05/11/2013 14:00 Aula Teórico-Práticas Nutrientes vegetais. Movimento no soloNutrientes ou elementos essenciais. Critérios de Arnon e Stout. macronutrientes e micronutrientes. Elementos benéficos. Elementos tóxicos. Formas dos nutrientes nos solos - importância da solução do solo. Movimento dos nutrientes por difusão e fluxo em massa. Montagem do ensaio em vasos para verificar as consequências da falta de aplicação de azoto ou fósforo.
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06/11/2013 13:48
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04/11/2013 14:30 Aula Teórico-Práticas Nutrientes, Movimento no soloNutrientes ou elementos essenciais. Critérios de Arnon e Stout. macronutrientes e micronutrientes. Elementos benéficos. Elementos tóxicos. Formas dos nutrientes nos solos - importância da solução do solo. Movimento dos nutrientes por difusão e fluxo em massa. Montagem do ensaio em vasos para verificar as consequências da falta de aplicação de azoto ou fósforo.
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06/11/2013 13:48
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01/11/2013 09:45 Aula Teórico-Práticas aula 7 - ÁGUA NO SOLO (conclusão)
Movimento da água no solo em condições de saturação. Demonstração da determinação da condutividade hidráulica, através de permeâmetros, utilizando diferentes amostras de solo. Cálculo pelos alunos das constantes de permeabilidade obtidas para cada um dos solos. Interpretação da variação da condutividade hidráulica ao longo do processo de determinação. Demonstração do movimento ascencional da água em colunas de terra, sua interpretação e consequências práticas. Continuação da resolução de problemas envolvendo cálculos de água armazenada no solo, água utilizável, determinação do ponto de rega, porosidade de arejamento e espessura de solo humedecida por uma rega ou chuvada.
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02/11/2013 23:08
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30/10/2013 11:15 Aula Teórica 6. A ÁGUA DO SOLO6.1. Considerações gerais. Estrutura e propriedades da água: polaridade, coesão e adesão, tensão superficial. Adsorção de água no solo. 6.2. A capilaridade e a retenção de água no solo. Mecanismo capilar e ascensão da água no solo. 6.3. Conceito de energia da água do solo. Energia cinética e energia potencial. Forças determinantes da energia da água no solo. Potencial de água no solo. Potencial gravitacional, potencial mátrico e potencial osmótico. Unidades de expressão do potencial da água no solo. 6.4. Teor de humidade e potencial da água no solo. Medição do potencial de água no solo. Curvas características de humidade. 6.5. Movimento da água no solo 6.5.1. Movimento em condições de saturação. Condutividade hidráulica. Factores determinantes da condutividade hidráulica do solo. Movimento preferencial. 6.5.2. Movimento em condições de insaturação. Gradiente do potencial mátrico. Relação entre potencial mátrico e condutividade hidráulica. 6.6. Descrição qualitativa do estado de humidade do solo. Capacidade máxima para a água. Capacidade de retenção de água nas condições naturais: Capacidade de campo. Coeficiente de emurchecimento. Capacidade utilizável. Factores determinantes da capacidade para água utilizável: textura e matéria orgânica.
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30/10/2013 15:08
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29/10/2013 14:00 Aula Teórico-Práticas aula 7 - ÁGUA NO SOLO (conclusão)
Movimento da água no solo em condições de saturação. Demonstração da determinação da condutividade hidráulica, através de permeâmetros, utilizando diferentes amostras de solo. Cálculo pelos alunos das constantes de permeabilidade obtidas para cada um dos solos. Interpretação da variação da condutividade hidráulica ao longo do processo de determinação. Demonstração do movimento ascencional da água em colunas de terra, sua interpretação e consequências práticas. Continuação da resolução de problemas envolvendo cálculos de água armazenada no solo, água utilizável, determinação do ponto de rega, porosidade de arejamento e espessura de solo humedecida por uma rega ou chuvada.
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29/10/2013 17:01
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28/10/2013 14:30 Aula Teórico-Práticas aula 7 - ÁGUA NO SOLO (conclusão)
Movimento da água no solo em condições de saturação. Demonstração da determinação da condutividade hidráulica, através de permeâmetros, utilizando diferentes amostras de solo. Cálculo pelos alunos das constantes de permeabilidade obtidas para cada um dos solos. Interpretação da variação da condutividade hidráulica ao longo do processo de determinação. Demonstração do movimento ascencional da água em colunas de terra, sua interpretação e consequências práticas. Continuação da resolução de problemas envolvendo cálculos de água armazenada no solo, água utilizável, determinação do ponto de rega, porosidade de arejamento e espessura de solo humedecida por uma rega ou chuvada.
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29/10/2013 17:00
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25/10/2013 09:45 Aula Teórico-Práticas 6. A ÁGUA NO SOLO
Modos de expressão do teor de água no solo. Metodologias para a determinação do teor e do potencial da água no solo. Curvas características de humidade. Constantes de humidade. Demonstração dos métodos de obtenção das curvas de tensão de humidade. Capacidade de retenção de água no solo, nas condições naturais. Conceitos importantes: capacidade de campo; coeficiente de emurchecimento; capacidade utilizável; e sua relação com a macro e a microporosidade. Resolução de problemas envolvendo cálculos de água armazenada no solo, água utilizável, determinação do ponto de rega, porosidade de arejamento e espessura de solo humedecida por uma rega ou chuvada.
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25/10/2013 15:26
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23/10/2013 11:15 Aula Teórica 5. ARQUITECTURA E PROPRIEDADES FÍSICAS DO SOLO5.1. Estrutura do solo. 5.1.1 Conceitos gerais. Estrutura e agregação. Unidades de organização. níveis de organização: micro e macroagregados. 5.1.3. Génese da agregação do solo. Acções de ligação, acções de separação e acções de estabilização. Importância relativa dos factores intervenientes consoante o nível de organização considerado. 5.1.4. Significado e importância da agregação do solo. 5.2. Massa volúmica e porosidade do solo. 5.2.1. Massa volúmica das partículas do solo. Massa volúmica aparente do solo. Valores extremos. Variação com a textura e a estrutura do solo. 5.2.2. Porosidade do solo. Macro e microporosidade. Factores determinantes da porosidade do solo: textura, estrutura e teor de matéria orgânica.
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25/10/2013 13:46
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22/10/2013 14:00 Aula Teórico-Práticas 6. A ÁGUA NO SOLO
Modos de expressão do teor de água no solo. Metodologias para a determinação do teor e do potencial da água no solo. Curvas características de humidade. Constantes de humidade. Demonstração dos métodos de obtenção das curvas de tensão de humidade. Capacidade de retenção de água no solo, nas condições naturais. Conceitos importantes: capacidade de campo; coeficiente de emurchecimento; capacidade utilizável; e sua relação com a macro e a microporosidade. Resolução de problemas envolvendo cálculos de água armazenada no solo, água utilizável, determinação do ponto de rega, porosidade de arejamento e espessura de solo humedecida por uma rega ou chuvada.
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24/10/2013 11:46
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21/10/2013 14:30 Aula Teórico-Práticas 6. A ÁGUA NO SOLO
Modos de expressão do teor de água no solo. Metodologias para a determinação do teor e do potencial da água no solo. Curvas características de humidade. Constantes de humidade. Demonstração dos métodos de obtenção das curvas de tensão de humidade. Capacidade de retenção de água no solo, nas condições naturais. Conceitos importantes: capacidade de campo; coeficiente de emurchecimento; capacidade utilizável; e sua relação com a macro e a microporosidade. Resolução de problemas envolvendo cálculos de água armazenada no solo, água utilizável, determinação do ponto de rega, porosidade de arejamento e espessura de solo humedecida por uma rega ou chuvada.
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24/10/2013 11:45
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18/10/2013 09:45 Aula Teórico-Práticas 5. PARÂMETROS FÍSICOS DO SOLO
Cor do solo. Explicação dos fundamentos do Sistema Munsell para classificação da cor do solo. Exercício prático, pelos alunos, de classificação da cor de diferentes amostras de solo, no estado seco e no estado húmido. Estrutura do solo. Conceito de estrutura e sua importância. Explicação prática do sistema de classificação da macroagregação de Nikiforoff, em função do tipo, classe e grau dos agregados. Breve referência ao método de determinação de coeficientes de agregação, por avaliação da proporção de agregados estáveis em água, e aos estudos micromorfológicos. Massa volúmica e porosidade do solo. Massa volúmica das partículas e massa volúmica aparente do solo. Explicação e análise crítica dos diversos métodos de determinação. Definição da porosidade do solo e sua relação com a massa volúmica. Valores de referência da massa volúmica e da porosidade do solo e sua variação com a textura e a estrutura do mesmo.
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18/10/2013 23:06
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16/10/2013 11:15 Aula Teórica 4. REACÇÃO DO SOLO – ACIDEZ E ALCALINIDADE DO SOLO4.1. Noções gerais. 4.1.1. Significado do pH do solo. Reacção do solo. Fontes dos iões H+ e OH-. 4.1.2. Tipos de acidez do solo. Acidez activa, acidez de troca e acidez residual. Determinação da acidez de troca. 4.1.4. O controlo da reacção do solo. Grau de saturação em bases, natureza dos constituintes coloidais, natureza das bases e concentração de sais neutros. 4.1.5. Valores de pH nos solos. 4.1.6. Tamponização dos solos. Mecanismos de tamponização: troca catiónica, formas de alumínio e sistema carbonatos/bicarbonatos. A Importância da capacidade de troca catiónica e do grau de saturação em bases na capacidade tamponizante dos solos.
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17/10/2013 11:07
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15/10/2013 14:00 Aula Teórico-Práticas 5. PARÂMETROS FÍSICOS DO SOLO
Cor do solo. Explicação dos fundamentos do Sistema Munsell para classificação da cor do solo. Exercício prático, pelos alunos, de classificação da cor de diferentes amostras de solo, no estado seco e no estado húmido. Estrutura do solo. Conceito de estrutura e sua importância. Explicação prática do sistema de classificação da macroagregação de Nikiforoff, em função do tipo, classe e grau dos agregados. Breve referência ao método de determinação de coeficientes de agregação, por avaliação da proporção de agregados estáveis em água, e aos estudos micromorfológicos. Massa volúmica e porosidade do solo. Massa volúmica das partículas e massa volúmica aparente do solo. Explicação e análise crítica dos diversos métodos de determinação. Definição da porosidade do solo e sua relação com a massa volúmica. Valores de referência da massa volúmica e da porosidade do solo e sua variação com a textura e a estrutura do mesmo.
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16/10/2013 11:45
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14/10/2013 14:30 Aula Teórico-Práticas 5. PARÂMETROS FÍSICOS DO SOLO
Cor do solo. Explicação dos fundamentos do Sistema Munsell para classificação da cor do solo. Exercício prático, pelos alunos, de classificação da cor de diferentes amostras de solo, no estado seco e no estado húmido. Estrutura do solo. Conceito de estrutura e sua importância. Explicação prática do sistema de classificação da macroagregação de Nikiforoff, em função do tipo, classe e grau dos agregados. Breve referência ao método de determinação de coeficientes de agregação, por avaliação da proporção de agregados estáveis em água, e aos estudos micromorfológicos. Massa volúmica e porosidade do solo. Massa volúmica das partículas e massa volúmica aparente do solo. Explicação e análise crítica dos diversos métodos de determinação. Definição da porosidade do solo e sua relação com a massa volúmica. Valores de referência da massa volúmica e da porosidade do solo e sua variação com a textura e a estrutura do mesmo.
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16/10/2013 11:44
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11/10/2013 09:45 Aula Teórico-Práticas 4. COMPLEXO DE TROCA DO SOLO
Execução, pelos alunos, do protocolo de demonstração da natureza da carga eléctrica do solo, através do uso de indicadores corados (violeta de genciana e vermelho de eosina). Fundamento e metodologia para determinação da capacidade de troca catiónica, das bases de troca e da acidez de troca do solo: Demonstração da determinação da capacidade de troca catiónica e das bases de troca do solo pelo método do acetato de amónio a pH 7. Reacção do solo - Acidez e alcalinidade do solo. Execução do protocolo de determinação do pH do solo, em água e em KCl, pelo método potenciométrico. Resolução de exercícios sobre o complexo de troca do solo envolvendo, nomeadamente, o cálculo da Capacidade de Troca Catiónica (CTC), da Soma de Bases de Troca, da Acidez de Troca e do Grau de Saturação em Bases (GSB) de um solo.
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13/10/2013 22:49
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09/10/2013 11:15 Aula Teórica 3. ADSORÇÃO E TROCA DE IÕES NO SOLO3.1. Conceitos gerais: adsorção, adsorvido e adsorvente. Complexo adsorvente do solo. 3.2. Adsorção e troca de catiões no solo. Interacção entre a fase sólida do solo e a solução do solo. Camada dupla difusa (Modelo de Stern). Variação da concentração de catiões com a distância à superfície coloidal. 3.3. Catiões de troca. Catiões em solução, permutáveis e estruturais. Reacção de troca catiónica: equivalência, reversibilidade e velocidade. Poder de substituição dos catiões. Influência da valência, do raio iónico e do grau de hidratação. Concentração da solução. Princípio do ião complementar. 3.4. Parâmetros do complexo de troca catiónica do solo. Capacidade de troca catiónica, soma de bases de troca, grau de saturação em bases, capacidade de troca catiónica efectiva (CTCE). Influência dos constituintes do solo. Proporção de Ca, Mg, K e Na no complexo de troca. 3.5. Adsorção e troca de aniões no solo. Capacidade de troca aniónica (CTA). Origem da CTA. Reacção de troca aniónica. Energia de adsorção de aniões. Adsorção específica.
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10/10/2013 14:19
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08/10/2013 14:00 Aula Teórico-Práticas 4. COMPLEXO DE TROCA DO SOLO
Execução, pelos alunos, do protocolo de demonstração da natureza da carga eléctrica do solo, através do uso de indicadores corados (violeta de genciana e vermelho de eosina). Fundamento e metodologia para determinação da capacidade de troca catiónica, das bases de troca e da acidez de troca do solo: Demonstração da determinação da capacidade de troca catiónica e das bases de troca do solo pelo método do acetato de amónio a pH 7. Reacção do solo - Acidez e alcalinidade do solo. Execução do protocolo de determinação do pH do solo, em água e em KCl, pelo método potenciométrico. Resolução de exercícios sobre o complexo de troca do solo envolvendo, nomeadamente, o cálculo da Capacidade de Troca Catiónica (CTC), da Soma de Bases de Troca, da Acidez de Troca e do Grau de Saturação em Bases (GSB) de um solo.
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09/10/2013 16:01
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não foram contabilizadas.
07/10/2013 14:30 Aula Teórico-Práticas 4. COMPLEXO DE TROCA DO SOLO
Execução, pelos alunos, do protocolo de demonstração da natureza da carga eléctrica do solo, através do uso de indicadores corados (violeta de genciana e vermelho de eosina). Fundamento e metodologia para determinação da capacidade de troca catiónica, das bases de troca e da acidez de troca do solo: Demonstração da determinação da capacidade de troca catiónica e das bases de troca do solo pelo método do acetato de amónio a pH 7. Reacção do solo - Acidez e alcalinidade do solo. Execução do protocolo de determinação do pH do solo, em água e em KCl, pelo método potenciométrico. Resolução de exercícios sobre o complexo de troca do solo envolvendo, nomeadamente, o cálculo da Capacidade de Troca Catiónica (CTC), da Soma de Bases de Troca, da Acidez de Troca e do Grau de Saturação em Bases (GSB) de um solo.
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08/10/2013 10:52
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não foram contabilizadas.
04/10/2013 09:45 Aula Teórico-Práticas 3. MATÉRIA ORGÂNICA DO SOLO
Importância da matéria orgânica e sua influência nas propriedades e no desempenho das diferentes funções do solo. Formas de caracterização da matéria orgânica do solo. Determinação do carbono orgânico do solo: Demonstração do método de combustão por via húmida (Springer & Klee) e breve referência ao método de combustão por via seca (Ströhlein). Cálculo do teor de matéria orgânica a partir do teor de carbono. Caracterização da matéria orgânica do solo: matéria orgânica humificada e matéria orgânica não humificada. Execução, pelos alunos, do protocolo de fraccionamento da matéria orgânica de diferentes amostras de solo, para observação dos resíduos orgânicos, dos ácidos fúlvicos e dos ácidos húmicos. Discussão do método aplicado e sua relação com a estrutura das moléculas húmicas.
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07/10/2013 00:00
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não foram contabilizadas.
02/10/2013 11:15 Aula Teórica 2. CONSTITUINTES DO SOLO2.3. Matéria orgânica do solo. 2.3.1. A origem da matéria orgânica do solo. Constituição dos resíduos orgânicos. 2.3.2. Decomposição dos resíduos orgânicos. Mineralização e humificação. Factores determinantes da taxa de decomposição dos resíduos orgânicos: factores ambientais (temperatura, humidade e oxigenação) e natureza dos resíduos. Razão C/N e razão lenhina/N. 2.3.3. Processo geral de formação da molécula húmica. Características gerais da molécula húmica. Constituintes da matéria orgânica do solo: substâncias não húmicas (resíduos e substâncias de transição) e húmus (biomoléculas e substâncias húmicas). Características dos ácidos fúlvicos, ácidos húmicos e humina. Substâncias húmicas e propriedades do solo 2.3.4. Caracterização da matéria orgânica do solo: matéria orgânica total, matéria orgânica humificada e matéria orgânica não humificada, fraccionamento das substâncias húmicas. 2.3.5. Distribuição e quantidade de matéria orgânica no perfil do solo. Funções da matéria orgânica no solo.
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02/10/2013 13:51
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não foram contabilizadas.
01/10/2013 14:00 Aula Teórico-Práticas 3. MATÉRIA ORGÂNICA DO SOLO
Importância da matéria orgânica e sua influência nas propriedades e no desempenho das diferentes funções do solo. Formas de caracterização da matéria orgânica do solo. Determinação do carbono orgânico do solo: Demonstração do método de combustão por via húmida (Springer & Klee) e breve referência ao método de combustão por via seca (Ströhlein). Cálculo do teor de matéria orgânica a partir do teor de carbono. Caracterização da matéria orgânica do solo: matéria orgânica humificada e matéria orgânica não humificada. Execução, pelos alunos, do protocolo de fraccionamento da matéria orgânica de diferentes amostras de solo, para observação dos resíduos orgânicos, dos ácidos fúlvicos e dos ácidos húmicos. Discussão do método aplicado e sua relação com a estrutura das moléculas húmicas.
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01/10/2013 17:35
Presenças:
não foram contabilizadas.
30/09/2013 14:30 Aula Teórico-Práticas 3. MATÉRIA ORGÂNICA DO SOLO
Importância da matéria orgânica e sua influência nas propriedades e no desempenho das diferentes funções do solo. Formas de caracterização da matéria orgânica do solo. Determinação do carbono orgânico do solo: Demonstração do método de combustão por via húmida (Springer & Klee) e breve referência ao método de combustão por via seca (Ströhlein). Cálculo do teor de matéria orgânica a partir do teor de carbono. Caracterização da matéria orgânica do solo: matéria orgânica humificada e matéria orgânica não humificada. Execução, pelos alunos, do protocolo de fraccionamento da matéria orgânica de diferentes amostras de solo, para observação dos resíduos orgânicos, dos ácidos fúlvicos e dos ácidos húmicos. Discussão do método aplicado e sua relação com a estrutura das moléculas húmicas.
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01/10/2013 17:35
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não foram contabilizadas.
27/09/2013 09:45 Aula Teórico-Práticas 2. GRANULOMETRIA
Noção de textura e classe textural. Apresentação dos fundamentos e demonstração da análise mecânica ou granulométrica, para separação dos lotes de terra fina do solo (métodos de crivagem, sedimentação/decantação e pipetagem), com vista à determinação da textura de uma amostra de terra fina, de acordo com a escala de Atterberg. Realização dos cálculos de uma análise granulométrica, apresentação dos resultados da textura e sua interpretação em termos de classe textural, através do Diagrama Triangular. Exercício prático de determinação expedita da “textura de campo”.
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29/09/2013 23:50
Presenças:
26 alunos.
25/09/2013 11:15 Aula Teórica 2. CONSTITUINTES DO SOLO2.2. Constituintes minerais do solo. 2.2.1. Classificação geral das rochas e natureza dos minerais constituintes 2.2.2. Alteração das rochas e produtos de alteração (minerais primários e minerais secundários). 2.2.2.1. Constituição mineralógica das fracções granulométricas da terra fina. 2.2.2.1.1. Mineralogia das fracções areia e limo. Significado dessa mineralogia 2.2.2.1.2. Mineralogia da fracção argilosa. Minerais de argila. Minerais do tipo 1:1, 2:1. e 2:1:1 ou 2:2. Estrutura e propriedades. Alofanas. Óxidos e hidróxidos de ferro e alumínio. 2.2.2.1.3. A mineralogia da. fracção argilosa e as propriedades e o comportamento do solo.
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02/10/2013 10:12
Presenças:
não foram contabilizadas.
24/09/2013 14:00 Aula Teórico-Práticas 2. GRANULOMETRIA
Noção de textura e classe textural. Apresentação dos fundamentos e demonstração da análise mecânica ou granulométrica, para separação dos lotes de terra fina do solo (métodos de crivagem, sedimentação/decantação e pipetagem), com vista à determinação da textura de uma amostra de terra fina, de acordo com a escala de Atterberg. Realização dos cálculos de uma análise granulométrica, apresentação dos resultados da textura e sua interpretação em termos de classe textural, através do Diagrama Triangular. Exercício prático de determinação expedita da “textura de campo”.
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29/09/2013 23:49
Presenças:
7 alunos.
23/09/2013 14:30 Aula Teórico-Práticas 2. GRANULOMETRIA
Noção de textura e classe textural. Apresentação dos fundamentos e demonstração da análise mecânica ou granulométrica, para separação dos lotes de terra fina do solo (métodos de crivagem, sedimentação/decantação e pipetagem), com vista à determinação da textura de uma amostra de terra fina, de acordo com a escala de Atterberg. Realização dos cálculos de uma análise granulométrica, apresentação dos resultados da textura e sua interpretação em termos de classe textural, através do Diagrama Triangular. Exercício prático de determinação expedita da “textura de campo”.
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29/09/2013 23:37
Presenças:
16 alunos.
20/09/2013 09:45 Aula Teórico-Práticas 1. O PERFIL DO SOLO
Introdução ao estudo do solo através da observação de amostras de solo no laboratório. Breve referência aos parâmetros a observar e às análises laboratoriais a realizar para uma caracterização do solo. Distinção entre horizontes orgânicos e horizontes minerais. Exercícios de classificação de horizontes e camadas, de acordo com o sistema de classificação preconizado pela FAO, em perfis de diferentes solos, através da observação da colecção de monólitos existente no laboratório.
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21/09/2013 15:30
Presenças:
29 alunos.
18/09/2013 11:15 Aula Teórica NOÇÕES GERAIS SOBRE O SOLOAPRESENTAÇÃO
Apresentação do programa e normas de avaliação do módulo. 1. NOÇÕES GERAIS SOBRE O SOLO 1.1. Conceito de solo 1.2. Factores de formação do solo: clima, rocha-mãe, relevo, organismos e tempo; a acção do Homem. 1.3. As acções gerais de formação do solo e diferenciação do solo e de horizontes 1.4. Classificação geral dos horizontes do solo (nomenclatura da FAO- Unesco); 1.5. Constituição geral do solo. Funções gerais do solo 2. CONSTITUINTES DO SOLO 2.1. Constituintes minerais e granulometria do solo. 2.1.1. Elementos grosseiros e terra fina 2.1.2. Granulometria e superfície específica 2.1.3. Lotes da terra fina. Escala Europeia e Escala Americana. 2.1.4. Textura do solo. As fracções granulométricas e o comportamento do solo.
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24/09/2013 15:20
Presenças:
não foram contabilizadas.
17/09/2013 14:00 Aula Teórico-Práticas 1. O PERFIL DO SOLO
Introdução ao estudo do solo através da observação de amostras de solo no laboratório. Breve referência aos parâmetros a observar e às análises laboratoriais a realizar para uma caracterização do solo. Distinção entre horizontes orgânicos e horizontes minerais. Exercícios de classificação de horizontes e camadas, de acordo com o sistema de classificação preconizado pela FAO, em perfis de diferentes solos, através da observação da colecção de monólitos existente no laboratório.
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21/09/2013 15:29
Presenças:
9 alunos.
16/09/2013 14:30 Aula Teórico-Práticas 1. O PERFIL DO SOLO
Introdução ao estudo do solo através da observação de amostras de solo no laboratório. Breve referência aos parâmetros a observar e às análises laboratoriais a realizar para uma caracterização do solo. Distinção entre horizontes orgânicos e horizontes minerais. Exercícios de classificação de horizontes e camadas, de acordo com o sistema de classificação preconizado pela FAO, em perfis de diferentes solos, através da observação da colecção de monólitos existente no laboratório.
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21/09/2013 15:28
Presenças:
20 alunos.
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