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Biologia Vegetal (1 º Sem 2013/2014)

LB

Sumários

Tipo do Turno:
Turno:
Docente:
Ordem:

20/12/2013 09:00 Aula Laboratorial

Avaliação de trabalhos

Apresentação e discussão de trabalhos científicos

Modificado em 17/01/2014 16:32 Prof. Maria Wanda Sarujine Viegas Presenças: não foram contabilizadas.

18/12/2013 09:00 Aula Laboratorial

Avaliação de trabalhos

Apresentação e discussão de trabalhos científicos

Modificado em 17/01/2014 16:31 Prof. Maria Wanda Sarujine Viegas Presenças: não foram contabilizadas.

16/12/2013 08:15 Aula Teórica

Avaliação intercalar de conhecimentos

Avaliação intercalar de conhecimentos

Modificado em 17/01/2014 16:30 Prof. Maria Wanda Sarujine Viegas Presenças: não foram contabilizadas.

13/12/2013 09:00 Aula Laboratorial

Embriogénese e meristemas apicais

Atividade do meristemas apicais e formação de novos meristemas repensáveis pela ramificação das estruturas. Coordenação entre os genes SHORTROOT e SCARECROW como exemplo do estabelecimento da diferenciação radial de tecidos. Identificação das estruturas presentes na semente madura e relação com o processo de embriogénese.

Modificado em 17/01/2014 16:57 Prof. Maria Margarida Cabrita Xavier Delgado Presenças: não foram contabilizadas.

11/12/2013 09:00 Aula Laboratorial

Embriogénese e meristemas apicais

Atividade do meristemas apicais e formação de novos meristemas repensáveis pela ramificação das estruturas. Coordenação entre os genes SHORTROOT e SCARECROW como exemplo do estabelecimento da diferenciação radial de tecidos. Identificação das estruturas presentes na semente madura e relação com o processo de embriogénese.

Modificado em 17/01/2014 16:56 Prof. Maria Margarida Cabrita Xavier Delgado Presenças: não foram contabilizadas.

09/12/2013 08:15 Aula Teórica

Embriogénese e meristemas apicais

Desenvolvimento embrionário em plantas tendo como exemplo Arabidopsis thaliana. Importância dos planos iniciais de divisão para o estabelecimento dos planos axial e radial de desenvolvimento da planta. Caracterização anatómica das fases globular, coração e torpedo. Estabelecimento, manutenção organização dos meristemas apicais. Importância dos genes WUSCHEL  e CLAVATA 3 na atividade do meristema apical caulinar e sinalização da auxina na determinação do meristema apical radicular.

 

Modificado em 17/01/2014 16:54 Prof. Maria Margarida Cabrita Xavier Delgado Presenças: não foram contabilizadas.

06/12/2013 09:00 Aula Laboratorial

Quebra de dormência e germinação de sementes

Teste de diferentes métodos da quebra de dormência de sementes.

 

Observação do desenvolvimento de plântulas de mono- e dicotiledóneas.

Modificado em 18/01/2014 09:19 Prof. Ana Cristina Delaunay Caperta Presenças: não foram contabilizadas.

04/12/2013 09:00 Aula Laboratorial

Quebra de dormência e germinação de sementes

Teste de diferentes métodos da quebra de dormência de sementes.

 

Observação do desenvolvimento de plântulas de mono- e dicotiledóneas.

Modificado em 18/01/2014 09:18 Prof. Ana Cristina Delaunay Caperta Presenças: não foram contabilizadas.

02/12/2013 08:15 Aula Teórica

Semente e germinação

1 – Estrutura de sementes endospérmicas, não endospérmicas e indiferenciadas.

2 – Bancos de sementes: transitórios e persistentes.

3 – Dormência da semente: primária e secundária.

4 – Tipos de dormência: fisiológica, morfológica, morfofisiológica, física, e combinada.

5– Quebra da dormência e germinação.

 

6- Interacções hormonais durante a regulação da dormência e inicio de germinação em sementes endospérmicas (Nicotiana spp.) e não endospérmicas (Pisum spp.).

Modificado em 18/01/2014 09:17 Prof. Ana Cristina Delaunay Caperta Presenças: não foram contabilizadas.

29/11/2013 09:00 Aula Laboratorial

Compensação de horário

Compensação de horário devido à Visita de estudo a 26/11, às dunas de Peniche e Serra de Montejunto
Modificado em 02/03/2017 18:03 Prof. Maria Dalila Paula Silva Lourenço do Espírito Santo Presenças: não foram contabilizadas.

27/11/2013 09:00 Aula Laboratorial

Compensação de horário

Compensação de horário devido à Visita de estudo a 26/11, às dunas de Peniche e Serra de Montejunto
Modificado em 02/03/2017 18:02 Prof. Maria Dalila Paula Silva Lourenço do Espírito Santo Presenças: não foram contabilizadas.

25/11/2013 08:15 Aula Teórica

Visita de estudo

Visita de estudo a 26/11, às dunas de Peniche e Serra de Montejunto

Modificado em 02/03/2017 18:00 Prof. Maria Dalila Paula Silva Lourenço do Espírito Santo Presenças: 34 alunos.

22/11/2013 09:00 Aula Laboratorial

Alongamento da Parede Celular

 

ESTUDO DO ALONGAMENTO DA PAREDE CELULAR (“CRESCIMENTO ÁCIDO”).

Uso do texturómetro para quantificação da extensibilidade da parede celular primária

Modificado em 17/01/2014 19:52 Prof. Sara Barros Queiroz Amâncio Presenças: não foram contabilizadas.

20/11/2013 09:00 Aula Laboratorial

ESTUDO DO ALONGAMENTO DA PAREDE CELULAR (“CRESCIMENTO ÁCIDO”)

 

ESTUDO DO ALONGAMENTO DA PAREDE CELULAR (“CRESCIMENTO ÁCIDO”).

Uso do texturómetro para quantificação da extensibilidade da parede celular primária

Modificado em 20/01/2014 15:40 Prof. Sara Barros Queiroz Amâncio Presenças: não foram contabilizadas.

18/11/2013 08:15 Aula Teórica

Hormonas Vegetais no desenvolvimento das plantas.

 

 

Hormonas Vegetais no desenvolvimento das plantas. Principais grupos de hormonas vegetais: auxinas, giberelinas, citocininas ácido abscísico e etileno. Tipo de compostos, experiências pioneiras, modo de acção, e principais efeitos fisiológicos. Alguns casos de estudo.

 

Modificado em 09/01/2014 12:47 Prof. Maria da Glória Calado Inglês Esquivel Presenças: não foram contabilizadas.

15/11/2013 09:00 Aula Laboratorial

Determinação de polimorfismos florais associados a sistemas de autoincompatibilidade esporofítica

Heterostilia (Oxalis spp.) e dimorfismos polínico-estigmáticos (Limonium spp.)

Modificado em 18/01/2014 09:14 Prof. Ana Cristina Delaunay Caperta Presenças: não foram contabilizadas.

13/11/2013 09:00 Aula Laboratorial

Determinação de polimorfismos florais associados a sistemas de autoincompatibilidade esporofítica

Heterostilia (Oxalis spp.) e dimorfismos polínico-estigmáticos (Limonium spp.)

Modificado em 18/01/2014 09:11 Prof. Ana Cristina Delaunay Caperta Presenças: não foram contabilizadas.

11/11/2013 08:15 Aula Teórica

Sistemas génicos de auto-incompatibilidade

Organização e origem das camadas funcionais do grão de pólen maduro.

Diversidade estrutural e funcional dos grãos de pólen e dos estigmas.  Etapas imprescindíveis para o desenvolvimento dos grãos de pólen: aderência, hidratação e germinação.  Crescimento do tubo polínico e etapas de orientação até ao óvulo.

Constituição dos loci S e diversidade de haplotipos

Sistema de auto-incompatibilidade esporofitica (SSI): determinantes feminino (SRK -receptor kinase  e SLG - S-locus glycoprotein)e masculino (SCR - S-cystein rich); alelos co-dominantes e recessivos

Sistemas de auto-incompatibilidade gametofitica (GSI): sistema da S-RNase como determinante feminino e de SLF (S-locus F-box) como determinante masculino. Modelos de actuação da S- RNase no tubo polinico e sua compartimentação no vacúolo.  Sistema GSI nas Papaveraceae: proteínas S ligantes como determinante feminino e potencial receptor como determinante masculino.

Modificado em 02/01/2014 17:02 Prof. Maria Wanda Sarujine Viegas Presenças: não foram contabilizadas.

08/11/2013 09:00 Aula Laboratorial

Poliembrionia nucelar em Citrus spp.

Observação de embriões nucelares.

 

Determinação da taxa de poliembrionia em tangerina e limão.

Modificado em 18/01/2014 09:08 Prof. Ana Cristina Delaunay Caperta Presenças: não foram contabilizadas.

06/11/2013 09:00 Aula Laboratorial

Poliembrionia nucelar em Citrus spp.

 

Observação de embriões nucelares.

Determinação da taxa de poliembrionia em tangerina e limão.

 

 

Modificado em 18/01/2014 09:07 Prof. Ana Cristina Delaunay Caperta Presenças: não foram contabilizadas.

04/11/2013 08:15 Aula Teórica

Apomixia e Evoluação de Plantas

1       1 - Apomixia versus anfimixia.

2        2 –  Ocorrência da apomixia  nas Angiospérmicas.

3       3  - Tipos de apomixia:

3.1  - Gametofítica: apomeiose; partenogénese; endosperma autónomo ou pseudogâmico.

3.2  - Esporofitica: embriogénese adventícia

4        Métodos para a identificação de apomícticos:

4.1  - Análise de descendência

4.2  - Citometria de fluxo

4.3  - Citoembriologia

4.4  - Exclusão do polén

5        - Evolução em Complexos agâmicos.

5.1  - Caso de estudo 1: Hibridação no complexo Boechera holboelli

 

5.2  – Caso de estudo 2: Evolução reticulada mo complexo Ranunculus auricomus

Modificado em 18/01/2014 09:06 Prof. Ana Cristina Delaunay Caperta Presenças: não foram contabilizadas.

01/11/2013 09:00 Aula Laboratorial

Acção da cinetina sobre a senescência de discos de agrião

 

Acção da cinetina sobre a senescência de discos de agrião (Nasturtium officinale L.) Na primeira parte da aula preparou-se o ensaio biológico. Foram cortados discos de folhas de agrião e incubados em diferentes concentrações de cinetina. Na segunda parte da aula foi estudado o efeito fisiológico produzido após incubação prévia do tecido vegetal nas soluções de cinetina. Fez-se a extração da clorofila de discos de folhas incubados com cinetina e comparou-se os resultados com discos incubados em água destilada (controlo).

Modificado em 09/01/2014 13:21 Prof. Maria da Glória Calado Inglês Esquivel Presenças: não foram contabilizadas.

30/10/2013 09:00 Aula Laboratorial

Acção da cinetina sobre a senescência de discos de agrião

 

Acção da cinetina sobre a senescência de discos de agrião (Nasturtium officinale L.) Na primeira parte da aula preparou-se o ensaio biológico. Foram cortados discos de folhas de agrião e incubados em diferentes concentrações de cinetina. Na segunda parte da aula foi estudado o efeito fisiológico produzido após incubação prévia do tecido vegetal nas soluções de cinetina. Fez-se a extração da clorofila de discos de folhas incubados com cinetina e comparou-se os resultados com discos incubados em água destilada (controlo).

Modificado em 09/01/2014 13:21 Prof. Maria da Glória Calado Inglês Esquivel Presenças: não foram contabilizadas.

28/10/2013 08:15 Aula Teórica

Avaliação de conhecimentos

Avaliação intercalar de conhecimentos

Modificado em 17/01/2014 16:37 Prof. Maria Wanda Sarujine Viegas Presenças: não foram contabilizadas.

25/10/2013 09:00 Aula Laboratorial

Poliploidia e Evolução das plantas

Aula Prática: Métodos de indução e verificação de poliploidização.

 

Identificação de espécies de Triticeae com diferentes níveis de ploidia através da medição de estomas.

 

Modificado em 07/01/2014 13:43 Prof. Maria Manuela Antunes Gomes da Silva Presenças: não foram contabilizadas.

23/10/2013 09:00 Aula Laboratorial

Poliploidia e Evolução das plantas

Aula Prática: Métodos de indução e verificação de poliploidização.

 

Identificação de espécies de Triticeae com diferentes níveis de ploidia através da medição de estomas.

 

Modificado em 07/01/2014 13:43 Prof. Maria Manuela Antunes Gomes da Silva Presenças: não foram contabilizadas.

21/10/2013 08:15 Aula Teórica

Poliploidia e Evolução das plantas

Aula Teórica: Formas de especiação, especiação das plantas por hibridação e poliploidização (especiação simpátrica). Tipos de poliplóides: autopoliplóides e alopoliplóides. Conceitos e origem. Distribuição de poliplóides nos eucariotas, exemplos. Porque são os poliplóides menos comuns nos animais? Paleopoliploidia. Poliploidização única e recorrente, exemplos. Poliploidização e evolução genómica. Vantagens e desvantagens da poliploidização. Papel da poliploidização no estabelecimento de plantas evasivas. Poliploidização e a evolução das interacções planta/animal. Plantas cultivadas poliplóides. Exemplos de evolução natural e artificial por alopoliploidização. Remodelação genómica e epigenómica induzida pela poliploidização.

 

Modificado em 07/01/2014 13:42 Prof. Maria Manuela Antunes Gomes da Silva Presenças: não foram contabilizadas.

18/10/2013 09:00 Aula Laboratorial

Determinação do sistema de reprodução através do método de Cruden

Observação de polén e óvulos de 4 espécies de angiospérmicas.

Cálculos:

Produção de polén por antera, pordução de polén por flôr

Produção de óvulos por flôr

Quociente polén-óvulo (P/O)

Modificado em 18/01/2014 09:03 Prof. Ana Cristina Delaunay Caperta Presenças: não foram contabilizadas.

16/10/2013 09:00 Aula Laboratorial

Determinação do sistema de reprodução através do método de Cruden

Observação de polén e óvulos de 4 espécies de angiospérmicas.

Cálculos:

Produção de polén por antera, pordução de polén por flôr

Produção de óvulos por flôr

Quociente polén-óvulo (P/O)

Modificado em 18/01/2014 09:02 Prof. Ana Cristina Delaunay Caperta Presenças: 20 alunos.

14/10/2013 08:15 Aula Teórica

Ecologia reprodutiva das plantas

1. Estratégias Gerais de Reprodução

1.1. Reprodução sexual e reprodução vegetativa.

1.2. Autopolinização versus fecundação cruzada: vantagens e desvantagens.

1.3. Testes de exclusão de polén e determinação do sistema de cruzamento.

2. Polimorfismos florais que determinam sistemas de cruzamento

2.1. Dioicia e monoicia

2.2. Dicogamia

2.3. Hercogamia: heterostilia, enantiostilia, hercogamia de movimento, dimorfismo estigmático altitudinal.

2.4. Auto-incompatibilidade esporofítica.

3. Estratégias de polinização

3.1. Anemofilia, hidrofilia, entomofilia, ornitofilia, quiropterofilia e pseudocopulação.

4. Estratégias gerais de dispersão de frutos e sementes

4.1. Parâmetros usados para medir o sucesso reprodutivo.

4.2. Dispersão de frutos e sementes através de agentes abióticos e bióticos.

5. Reprodução vegetativa

5.1 Produção de bolbos, rizomas, estolhos e tubérculos.

 

 

Modificado em 18/01/2014 08:54 Prof. Ana Cristina Delaunay Caperta Presenças: 20 alunos.

11/10/2013 09:00 Aula Laboratorial

Polén e óvulos nas gimnospérmicas e angiospérmicas

1. Visita na Tapada da Ajuda para observação e colheita de cones masculinos e femininos de gimnospérmicas.

1.1. Observação de polén e escamas ovulíferas de ciprestes, cedros e pinheiros.

1.2. Realização de cortes histológicos de anteras e ovários de Lilium e observação de polén e óvulos em preparações extemporâneas.

 

1.3. Observação de polén e óvulos em diferentes estágios de desenvolvimento em preparações definitivas.

Modificado em 18/01/2014 08:53 Prof. Ana Cristina Delaunay Caperta Presenças: 20 alunos.

09/10/2013 09:00 Aula Laboratorial

Polén e óvulos nas gimnospérmicas e angiospérmicas

1. Visita na Tapada da Ajuda para observação e colheita de cones masculinos e femininos de gimnospérmicas.

1.1. Observação de polén e escamas ovulíferas de ciprestes, cedros e pinheiros.

1.2. Realização de cortes histológicos de anteras e ovários de Lilium e observação de polén e óvulos em preparações extemporâneas.

1.3. Observação de polén e óvulos em diferentes estágios de desenvolvimento em preparações definitivas.

Modificado em 18/01/2014 08:53 Prof. Ana Cristina Delaunay Caperta Presenças: 20 alunos.

07/10/2013 08:15 Aula Teórica

Evolução das estruturas florais

1 - Os Ciclos de Vida das Plantas

1.1. Alternância de gerações esporofítica e gametofítica nos briófitos, fetos gimnospérmicas e angiospérmicas.

2. Desenvolvimento reprodutivo nas gimnospérmicas

2.1. Esporogénese e gametogénese.

2.2. Formação dos gametófitos masculino e feminino.

2.3. Fertilização.

3. Desenvolvimento reprodutivo nas angiospérmicas

3.1. Microsporogénese e microgametogénese. Formação do tubo polínico.

3.2. Megasporogénese e megagametogénese. Formação do saco embrionário.

3.3.  Tipos de desenvolvimento do saco embrionário: monospóricos (Polygonum), bispóricos (Allium) e tetraspóricos (Fritillaria).

3.4. Formação do saco embrionário em angiospérmicas basais.

3.5. Dupla fertilização.

Modificado em 18/01/2014 08:52 Prof. Ana Cristina Delaunay Caperta Presenças: 20 alunos.

04/10/2013 09:00 Aula Laboratorial

Comunidades e paisagem vegetal

Fontes de informação hodiernas mais importantes para o estudo da vegetação e da paisagem vegetal. Modelação da distribuição de espécies e comunidades vegetais usando variáveis ambientais, tendo em conta cenários de alterações climáticas.

Modificado em 17/01/2014 19:22 Prof. Maria Wanda Sarujine Viegas Presenças: não foram contabilizadas.

02/10/2013 09:00 Aula Laboratorial

Comunidades e paisagem vegetal

Fontes de informação hodiernas mais importantes para o estudo da vegetação e da paisagem vegetal. Modelação da distribuição de espécies e comunidades vegetais usando variáveis ambientais, tendo em conta cenários de alterações climáticas.

Modificado em 17/01/2014 19:20 Prof. Maria Wanda Sarujine Viegas Presenças: não foram contabilizadas.

30/09/2013 08:15 Aula Teórica

Comunidades e paisagem vegetal

 

1) Conceitos-base para o estudo e classificação das comunidades e da paisagem vegetal. 2) Factores que determinam a distribuição das plantas e das comunidades vegetais: clima, rocha-mãe/solo, morfologia e água do solo, interacções bióticas, tempo e regime de perturbação, paleobiogeografia. 3) Síntese: Níveis de estudo da Geobotânica (aspectos temporais e espaciais). 4) Importância da Geobotânica na compreensão e gestão do território, em especial em meio rural ou em meios naturais (o caso da Rede Natura 2000). 5) Linhas de investigação recentes e últimos avanços na ciência da vegetação.

Modificado em 17/01/2014 19:18 Prof. Maria Wanda Sarujine Viegas Presenças: não foram contabilizadas.

27/09/2013 09:00 Aula Laboratorial

A valoração da flora e da vegetação

 

Identificação dos habitats existentes em cada local visitado na aula anterior. Inserção das comunidades observadas na visita de estudo, nos Habitats da Directiva 92/43/CEE:

 

9 Florestas

9240 Carvalhais ibéricos de Quercus faginea e Quercus canariensis

9330 Florestas de Quercus suber
8 habitates rochosos e grutas
8210 Vertentes rochosas calcárias

5 Matos esclerófilos
5230 * Matagais arborescentes de Laurus nobilis
5330 Matos termomediterrânicos pré-desérticos
2 Dunas marítimas e interiores
2110 Dunas móveis embrionárias
2120 Dunas móveis do cordão litoral com Ammophila arenaria ("dunas brancas")
2130 * Dunas fixas com vegetação herbácea ("dunas cinzentas")
2150 * Dunas fixas descalcificadas atlânticas (Calluno-Ulicetea)
2250 * Dunas litorais com Juniperus spp.

1 Habitats costeiros e vegetação halófila

1240 Falésias com vegetação das costas mediterrânicas com Limonium spp. endémicas

1430 Matos halonitrófilos ( Pegano - Salsoletea )


As espécies bioindicadoras de cada um dos habitats, observadas na visita guiada. O contacto entre os habitats. Discussão dos possíveis perigos à conservação dos habitats. Medidas de gestão aconselháveis.

 

A valoração da flora e da vegetação segundo o critério do ICNB. Determinação do local com maior valor para conservação, entre os visitados.

 

Modificado em 29/09/2013 23:37 Prof. Maria Dalila Paula Silva Lourenço do Espírito Santo Presenças: não foram contabilizadas.

25/09/2013 09:00 Aula Laboratorial

A valoração da flora e da vegetação

 

Identificação dos habitats existentes em cada local visitado na aula anterior. Inserção das comunidades observadas na visita de estudo, nos Habitats da Directiva 92/43/CEE:

 

9 Florestas

9240 Carvalhais ibéricos de Quercus faginea e Quercus canariensis

9330 Florestas de Quercus suber
8 habitates rochosos e grutas
8210 Vertentes rochosas calcárias

5 Matos esclerófilos
5230 * Matagais arborescentes de Laurus nobilis
5330 Matos termomediterrânicos pré-desérticos
2 Dunas marítimas e interiores
2110 Dunas móveis embrionárias
2120 Dunas móveis do cordão litoral com Ammophila arenaria ("dunas brancas")
2130 * Dunas fixas com vegetação herbácea ("dunas cinzentas")
2150 * Dunas fixas descalcificadas atlânticas (Calluno-Ulicetea)
2250 * Dunas litorais com Juniperus spp.

1 Habitats costeiros e vegetação halófila

1240 Falésias com vegetação das costas mediterrânicas com Limonium spp. endémicas

1430 Matos halonitrófilos ( Pegano - Salsoletea )


As espécies bioindicadoras de cada um dos habitats, observadas na visita guiada. O contacto entre os habitats. Discussão dos possíveis perigos à conservação dos habitats. Medidas de gestão aconselháveis.

 

A valoração da flora e da vegetação segundo o critério do ICNB. Determinação do local com maior valor para conservação, entre os visitados.

 

Modificado em 25/09/2013 22:02 Prof. Maria Dalila Paula Silva Lourenço do Espírito Santo Presenças: 7 alunos.

23/09/2013 08:15 Aula Teórica

Habitats do Centro de Portugal

Miniteste.

Principais habitats do Centro de Portugal e sua relação com o observado na visita de estudo: A Convenção do Rio e a implementação da Directiva Habitats na Comunidade Europeia. A Rede Natura 2000.  

 

Bibliografia:

 

AGUIAR, C., CAPELO, J., COSTA, J.C., ESPÍRITO SANTO, M.D., HONRADO, J., LOUSÃ, M., NETO, C. & PINTO GOMES, C. (ALFA) 2004. Tipos de Habitats Naturais e Semi-Naturais do Anexo I da Directiva 92/43/CEE (Portugal Continental): Fichas de Caracterização Ecológica e de Gestão para o Plano Sectorial da Rede Natura 2000. Relatório. Lisboa. http://www.icn.pt/psrn2000/caract_habitat.htm

 

Alves J., Espírito-Santo M.D., Costa J.C., Capelo J. & Lousã M. (2009) – Habitats naturais e seminaturais de Portugal continental. Tipos de Habitats mais significativos e agrupamentos vegetais característicos. Assírio & Alvim, ICNB (2ª Edição). Lisboa.

 

Valoração da flora e dos habitats, p. ex. em: http://www.icn.pt/portal/portal/cpublica/PO_RNES/fase_1/texto/63081_F1_Parte%20II_06b.pdf 

 

Modificado em 25/09/2013 22:19 Prof. Maria Dalila Paula Silva Lourenço do Espírito Santo Presenças: 26 alunos.

20/09/2013 09:00 Aula Laboratorial

Visita de estudo

Principais formações vegetais e espécies bioindicadoras na Serra de Montejunto e no litoral entre o Cabo Carvoeiro e o Baleal.

 

 

Espécies características dominantes

Comunidade

Serra de Montejunto

Quercus faginea subsp. broteroi, Smilax asper, Arbutus unedo, Myrtus communis, Asplenium onopteris

 cercal

Q.suber

sobreiral

 

Quercus rotundifolia, Quercus coccifera

azinhal

 

Arbutus unedo, Laurus nobilis, Phillyrea latifolia, Rhamnus alaternus, Quercus coccifera

medronhal

Quercus coccifera, Arbutus unedo, Viburnum tinus, Smilax aspera

carrascal

Quercus coccifera, Quercus x airensis, Rhamnus alaternus

carrascal

Rosmarinus officinalis

mato de alecrim

Brachypodium phoenicoides, Dactylis glomerata subsp. hispanica

prado vivaz

Peniche

Elymus farctus, Pancratium maritimum

duna embrionária

Ammophilla arenaria subsp.australis, Artemisia crithmifolia, Armeria welwitschii

duna branca

Helychrisum picardii, Crucianella maritima

duna cinzenta

Juniperus turbinata, Corema album, Calluna vulgaris, Stauracanthus genistoides

duna verde

Limonium nydgerii, L. plurisquamatum, Inula crithmifolia, Suaeda vera, Critmum maritimum

vegetação de falésia


 

Preenchimento de fichas de inventário florístico e fitoecológico relativas às paragens .

 

Modificado em 25/09/2013 21:58 Prof. Maria Dalila Paula Silva Lourenço do Espírito Santo Presenças: 15 alunos.

18/09/2013 09:00 Aula Laboratorial

Visita de estudo

Principais formações vegetais e espécies bioindicadoras na Serra de Montejunto e no litoral entre o Cabo Carvoeiro e o Baleal.

 

 

 

 

 

 

Espécies características dominantes

Comunidade

Serra de Montejunto

Quercus faginea subsp. broteroi, Smilax asper, Arbutus unedo, Myrtus communis, Asplenium onopteris

 cercal

Q.suber

sobreiral

 

Quercus rotundifolia, Quercus coccifera

azinhal

 

Arbutus unedo, Laurus nobilis, Phillyrea latifolia, Rhamnus alaternus, Quercus coccifera

medronhal

Quercus coccifera, Arbutus unedo, Viburnum tinus, Smilax aspera

carrascal

Quercus coccifera, Quercus x airensis, Rhamnus alaternus

carrascal

Rosmarinus officinalis

mato de alecrim

Brachypodium phoenicoides, Dactylis glomerata subsp. hispanica

prado vivaz

Peniche

Elymus farctus, Pancratium maritimum

duna embrionária

Ammophilla arenaria subsp.australis, Artemisia crithmifolia, Armeria welwitschii

duna branca

Helychrisum picardii, Crucianella maritima

duna cinzenta

Juniperus turbinata, Corema album, Calluna vulgaris, Stauracanthus genistoides

duna verde

Limonium nydgerii, L. plurisquamatum, Inula crithmifolia, Suaeda vera, Critmum maritimum

vegetação de falésia


 

Preenchimento de fichas de inventário florístico e fitoecológico relativas às paragens .

Modificado em 25/09/2013 21:59 Prof. Maria Dalila Paula Silva Lourenço do Espírito Santo Presenças: 6 alunos.

16/09/2013 08:15 Aula Teórica

Apresentação da Disciplina. Conceitos básicos de Fitossociologia

Apresentação do conteúdo, métodos de ensino e avaliação da disciplina.

Conceitos Básicos de Fitosociologia: Definição e metodologia da Fitossociologia - A Fase Analítica (Inventário fitossociológico, Área mínima, Estratificação) e a Fase Sintética (Associação, Espécies características, diferenciais e companheiras). O Sistema Fitossociológico. Exemplos de Classes de Vegetação frequentes na Natureza: Quercetea ilicis, Querco-Fagetea, Salicetea purpureae-Populetea nigrae, Nerio-Tamaricetea, Cytisetea scopario-striati, Rosmarinetea officinalis, Cisto-Lavanduletea, Calluno-Ulicetea.

Modificado em 18/09/2013 22:02 Prof. Maria Dalila Paula Silva Lourenço do Espírito Santo Presenças: 24 alunos.